"O importante na vida não é ser ou parecer, o importante é fazer construir e desenvolver com coragem, energia, confiança e otimismo. A vida só é digna de ser vivida, quando se faz algo pela vida em vida..."
A maior conquista da lei foi a conscientização da população de que a violência contra a mulher é um crime.

A Lei Maria da Penha, que cria mecanismos para coibir a violência doméstica e familiar contra a mulher, completa dois anos sancionada em agosto de 2006, a Lei nº 11.340 possibilitou avanços, mas, segundo entidades que prestam atendimento às mulheres, ainda falta muito para que ela seja totalmente implementada.

quinta-feira, 28 de maio de 2009

EVENTO BENEFICENTE - SÃO PAULO

Temos a honra de convidá-los para o Evento Beneficente, conforme informações abaixo:

Palestrante Heródoto Barbeiro - Data: 24/06/2009
Jornalista da CBN / TV Cultura
Articulista em jornais, revistas e Internet
Livros na área de treinamento para empresas, jornalismo, história e religião
Gerente de jornalismo do Sistema Globo de Rádio - SP.

TEMA: SUSTENTABILIDADE E COMPROMISSO SOCIAL

. Dilema entre o assistencialismo x comprometimento
. A tradição do trabalho voluntário
. Participação cidadã no desenvolvimento comunitário.



Data: 24/06/2009
Local: Club Transatlântico
Rua José Guerra, 130
Chácara Santo Antônio- SP
Tel.: (11) 2133 8600
Fax: (11) 2133 8697
Horário das 13h30 às 17h00

Inscrições:

Obs. Não deixem de trazer os donativos, pois eles serão o comprovante da sua inscrição junto a AACD.

INSCRIÇÕES: CLIQUE AQUI: http://www.palestrabeneficente.org/cadastro.php

Conheça o site: http://www.palestrabeneficente.org/news

terça-feira, 3 de fevereiro de 2009

10 dicas para recolocação profissional

Fonte: Portal Exame
Redação Brasil Profissões

O Portal Exame lançou uma matéria interessante, com dez dicas preparadas pela consultoria Korn/Ferry, sobre como se comportar para conseguir uma recolocação profissional em meio a crise.


As dicas são:

1) Não fique parado: comece a procurar novas oportunidades o mais rápido possível. Altos executivos podem demorar mais para encontrar uma vaga, com o tempo de procura podendo chegar a um ano.

2) Trate a procura de emprego como um emprego: estabeleça um cronograma e se responsabilize pelo seu cumprimento.

3) Esteja aberto a oportunidades: as empresas estão cortando custos fixos, mas podem ter oportunidades de consultoria para projetos ou especialidades de nicho, compensando o número menor de funcionários. Esses trabalhos, além de lhe conferirem uma renda, servem como uma vitrine para suas habilidades e podem movê-lo para a frente da fila quando começarem as contratações.

4) Não crie raízes: com a evolução das indústrias, as oportunidades de carreira migram. Saiba para onde estão indo os cargos da sua área e esteja disposto a se mudar de cidade em busca da oportunidade certa.

5) Seja paciente: demonstrar ansiedade excessiva a um possível empregador só diminuirá seu valor. E certamente você não quer pular de um cargo precário para outro. O trabalho dos sonhos, no entanto, será difícil de ser encontrado no mercado atual.

6) Seja flexível: não fique obcecado por remunerações ou títulos. Aceitar um nível de remuneração ou título abaixo do seu ideal pode ser vantajoso. Se você superar as expectativas, o título e o salário se ajustarão com o tempo.

7) Mantenha-se informado: fique por dentro das últimas notícias, tendências e tecnologias importantes no seu setor.

8) Mantenha-se em forma: não negligencie a saúde e a alimentação, que geralmente sofrem com o estresse da procura de um novo emprego.

9) Abuse de todos os recursos: há diversos sites e ferramentas gratuitos para ajudar quem procura um emprego. Procure sua universidade, organizações profissionais, grupo de veteranos ou outras afiliações que você tenha.

10) Faça contatos: nada substitui os relacionamentos pessoais ao procurar oportunidades de carreira. Sites de relacionamento como Orkut, LinkedIn e Facebook ajudam nessa tarefa.

Boa sorte!

quinta-feira, 29 de janeiro de 2009

Alguns cuidados básicos no comportamento profissional

Às vezes confundimos algumas situações, por imaginar que dominamos tudo.

Vale lembrar alguns cuidados básicos dentro e fora da empresa.

- Bater à porta, antes de entrar em uma sala.
- Conservar a porta como foi encontrada (aberta ou fechada).
- Aguardar o convite para sentar.
- Evitar interromper quem está falando; sua própria presença anuncia que você tem algo a dizer.
- Adotar a expressão apropriada, quando há absoluta necessidade de sustar a conversa: "Desculpem a interrupção".
- Permanecer na sala enquanto alguém faz a explanação de um assunto, ou enquanto dura uma reunião.
- Apresentar o visitante ao chefe.
- Conversar discretamente no elevador e apenas sobre assunto de ordem geral.
- Cuidar da postura do corpo, em quaisquer circunstâncias, seja no andar, no sentar, ou ao atender o telefone.
- Tratar com gentileza o visitante, promovendo seu conforto enquanto esperar, oferecendo jornal, revistas, ou um café.
- Convidar o visitante a sentar, com um gesto, quando ao telefone. Não deixá-lo esperando em pé.
- Colocar a bolsa em lugar conveniente, jamais sobre a mesa.
- Identificar, com precisão, a diferença entre intimidade e falta de respeito.
- Aceitar presentes, quando oferecidos como manifestação de agradecimento ou apreço, mas nunca como sugestão de favores profissionais.

É isso.

A fila anda na carreira, mas como fazê-la andar?

A insatisfação permeia o dia-a-dia de muitos profissionais. Mas já reparou que tem gente que reclama, reclama, e, no fim das contas, nada faz? Essas pessoas são capazes de permanecer por uma década na mesma empresa que tanto as incomodam.

O gerente da Robert Half, Roberto Britto, afirma que identificar o motivo da insatisfação é o primeiro passo antes de "fazer a fila andar". Isso porque é possível resolver seus problemas com a empresa atual, por meio do diálogo. Agora, se a situação for mesmo irreversível e o profissional estiver decidido a dar outro rumo à sua carreira, é importante saber do que não gosta, para que não caia na mesma armadilha.

Para exemplificar: supondo que ele esteja desmotivado porque seu chefe é um péssimo líder. Centralizador, burocrata, ameaçador, pouco profissional. Não adianta ir para outra empresa na qual a chefia aja da mesma forma. "Ao escolher a nova empresa, é preciso ter certeza de que não enfrentará o mesmo dilema", aconselha Britto.

Ninguém está preso
O autor do livro "Oh, Mundo Cãoporativo!", Jerônimo Mendes, ressalta que ninguém deve se sentir preso a empresa alguma. Existem inúmeras boas oportunidades no mercado de trabalho para quem é esforçado e se dedica no dia-a-dia.

"Temos que mudar quantas vezes forem necessárias para achar o equilíbrio, a felicidade", recomenda ele, ao lembrar que não há dinheiro no mundo que compre a sensação de estar bem consigo mesmo. "Se o trabalho não contribui para o crescimento pessoal e profissional, ou se o profissional não consegue discutir idéias com seu superior de igual para igual, mude".

O gerente da Robert Half concorda. "Tenha ciência de que não precisa ficar em uma mesma empresa para sempre. Há uma infinidade de empresas boas no mercado, que podem satisfazer as mais diversas expectativas".

Como fazer a fila andar
Para fazer a fila andar, primeiramente, entre em contato com amigos, familiares, antigos colegas de trabalho. Ative seu networking.

O segundo passo é procurar empresas de recrutamento e seleção. Mas o profissional deve pesquisar quais delas são sérias, idôneas, têm boa estrutura e realmente ajudam. Uma boa idéia é perguntar a conhecidos referências sobre a empresa.

Para quem não dispõe de recursos financeiros, vale lembrar que algumas dessas empresas não cobram dos candidatos, apenas das empresas que disponibilizam as vagas. É o caso da Robert Half, segundo explicação de Britto.

Além disso, não se pode esquecer que muitas consultorias de recrutamento são focadas em determinados nichos. Algumas somente fazem seleção de executivos, outras de estagiários, por exemplo. Há ainda as especializadas em profissões, que procuram engenheiros, secretárias, advogados, etc.

A última dica: antes de mandar seu currículo a alguma empresa, busque informações e referências sobre ela junto a funcionários atuais e antigos da organização. Pergunte aos profissionais de sua área. É provável que eles saibam algo, pois a má reputação das empresas se espalha rapidamente.

Fonte: InfoMoney

quarta-feira, 28 de janeiro de 2009

Dicas para ter uma alimentação saudável nesse verão

Extraído da Revista Sua dieta.

Se, em um dia normal, já é difícil optar pelos alimentos corretos na hora das refeições, no verão essa escolha se torna ainda mais complicada. O que devo comer? Posso almoçar normalmente? Que alimentos devem ser evitados? Essas e outras perguntas estão sempre atormentando as nossas mentes e transformando simples questões em complexas decisões. Mas, não se preocupe! Siga as dicas abaixo e tenha um verão mais tranquilo e saudável.

1 – Use e abuse da água! Manter-se constantemente hidratado é essencial para conservar uma boa saúde durante essa estação. O mais indicado é consumir, no mínimo, 2,5 litros de água por dia. Além de ser essencial para o bom funcionamento de nosso organismo, a água ajuda na busca por um corpo mais bonito.

2 – Prefira frutas pouco calóricas e que contenham bastante líquido, como a melancia e o melão. A água de coco também é muito indicada. Além de ser rica em vitaminas e sais minerais, ela ajuda a manter o corpo hidratado. Mas, atenção! Não substitua a água mineral pela água de coco! A dica é que você não beba mais que dois copos por dia.

3 – Coma mais vezes e em menor quantidade! No verão, as refeições devem ser feitas, pelo menos, de três em três horas, pois o calor excessivo faz com que gastemos mais energia do que o normal. Nada de fazer dietas malucas nessa estação! O segredo é se alimentar corretamente

Leia essa matéria na íntegra através do http://www.suadieta.com.br/mat/504/10_dicas_para_ter_uma_alimenta??o_saudavel_nesse_verao.html

sexta-feira, 23 de janeiro de 2009

ETIQUETA AO TELEFONE

DICAS PARA NÃO DAR VEXAME NAS LIGAÇÕES DO TRABALHO

Ao falar ao telefone, você é julgada pela dicção. capacidade de articular pensamentos e por tratar os outros com cortesia. A voz deve ser alegre, clara e calorosa, nem alta nem baixa demais.
Jamais chame um cliente de querido, meu bem, benzinho ou expressões parecidas.
Dê toda a atenção à pessoa que ligou. Nada de mascar chicletes, comer ou fazer qualquer tipo de barulho. A pessoa do outro lado da linha pode achar que você não está lhe dando a devida atenção.
Ao atender telefonemas alheios, anote o recado. Escreva o nome da pessoa que ligou, o número do telefone, o assunto e a hora. Com letra legível, é claro.
Evite, ao máximo, atender o telefone durante uma reunião - a não ser que a ligação seja muito importante. Isso também vale para celulares, que devem ser deligados antes de o encontro começar.

Leia mais no http://www.dicasecia.com/etiqueta-ao-telefone/

terça-feira, 13 de janeiro de 2009

Acordo ortográfico saiba o que muda

O Novo Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa, que entrou em vigor no Brasil, padroniza uso do hífen e traz mudanças na acentuação. O Ministério da Educação estima que 0,5% do vocabulário brasileiro será alterado.

Apesar da entrada da reforma em vigor, o período de transição para que a população se adapte às mudanças vai até o fim de 2012 --a partir de 1º de janeiro de 2013, a nova ortografia será a única considerada correta.
O texto do Acordo, no entanto, não esclarece a grafia de uma série de palavras. Segundo a ABL (Academia Brasileira de Letras), a definição só sairá com a publicação de um novo Volp ("Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa"). Com a função de registrar a forma oficial de escrever as palavras, o Volp só deve ser publicado em fevereiro, com cerca de 300 mil termos.

Com o Acordo, o alfabeto passou a ter 26 letras, ao incorporar as letras "k", "w" e "y". O texto traz alterações significativas na acentuação de algumas palavras, extingue o uso do trema, e padroniza a utilização do hífen. A partir de agora, não é errado escrever "micro-ondas" --com hífen-- e "antissocial" --sem hífen. Também é correta a grafia das palavras "ideia" e "assembleia" sem acento.

A língua portuguesa é a sétima mais falada no mundo, ficando atrás apenas dos idiomas chinês, hindi, inglês, espanhol, bengali e árabe. Ao todo, são oito os países que têm o português como idioma oficial --Portugal, Brasil, Cabo Verde, São Tomé e Príncipe, Angola, Moçambique, Guiné-Bissau e Timor-Leste--, e mais de 230 milhões de falantes no planeta.

sexta-feira, 19 de dezembro de 2008

Descompasso salarial

por Lucas Toyama

Um relatório divulgado esta semana pela Organização Internacional do Trabalho (OIT) revela o descompasso existente entre a expansão econômica mundial e o crescimento dos salários. De acordo com o documento, entre 2001 e 2007 a economia cresceu, em média, 4%, em termos reais. Já os salários, também em termos reais, registraram um incremento de 1,9% no mesmo período.
“Essa diferença realmente existe, mas é importante notar que o relatório refere-se apenas ao salário-base”, afirma Andrea Huggard-Caine, sócia-diretora da Huggard Caine. Isso significa que outros elementos que, hoje, integram grande parte dos rendimentos dos profissionais – como benefícios variáveis e bônus – não estão computados no estudo.

Leia mais http://www.canalrh.com.br/Mundos/pesquisas_artigo.asp?ace_news=%7BF55694C0-0258-4744-ADFA-2DFA075D4D48%7D&o=%7BC693BE3A-F987-425A-ACE3-A6F57011ECC2%7D&sp==K;GEx2LG/PKDVCPIpK8LGSTM4G0@yC6.=.

quinta-feira, 18 de dezembro de 2008

Consultor dá dicas para causar boa impressão na festa da empresa.

Para especialista em etiqueta, palavra de ordem é moderação.
Visual comportado é o mais adequado para a ocasião.

Fim de ano é época de festa, seja em casa ou na empresa. Em ambas situações, um comportamento adequado é bem-vindo, mas, na segunda, é mais que necessário. Atitudes inconvenientes na comemoração de fim de ano do trabalho podem criar um estereótipo difícil de ser deixado para trás no ano seguinte.

O consultor de etiqueta Fábio Arruda conversou com o G1 e deu algumas dicas de como se comportar de forma adequada, independente do tipo de evento.


clique para ampliar


continua no http://g1.globo.com/Noticias/Brasil/0,,MUL923556-5598,00.html

sexta-feira, 12 de dezembro de 2008

Como a inteligência cultural pode melhorar o desempenho

Essa forma de trabalho é a chave do sucesso dos empregados de hoje em dia
Inteligência cultural é o maior responsável pelo sucesso dos trabalhadores atuais

Há duas décadas, quando o mundo era um lugar mais simples, as pessoas que trabalhavam internacionalmente simplesmente deslocavam-se de uma cultura para outra. Hoje, tudo isso mudou. Apesar de trabalhar com pessoas de diversos países e culturas profissionais, muitas pessoas que trabalham na arena internacional quase nem precisam sair de casa. A capacidade de fazer isso de forma bem sucedida, de qualquer ponto de partida, depende do nível de inteligência cultural das pessoas.

A cultura em si é um conjunto de premissas, valores e normas compartilhadas por um grupo de pessoas que as ajuda a priorizar as coisas que vão fazer e como vão fazê-las. Fazer as coisas dentro da própria cultura da pessoa torna-se mais fácil do que trabalhar em meio a culturas distintas. A cultura também ajuda a definir o grupo.

Leia mais no site http://www.zap.com.br/empregos/dicas-materias-empregos/canal-rh/default.aspx?mat=7439

terça-feira, 9 de dezembro de 2008

10 dicas para a apresentação em público

Por Acácio Moraes Garcia

1. Apresentação Pessoal Roupas, sapatos limpos e higiene pessoal garantem uma ótima recepção entre os ouvintes. Lembre-se: Um semblante alegre. A primeira boa impressão é a que fica...

2. Naturalidade Em primeiro lugar: Seja natural! Em segundo lugar: Seja natural! E... finalmente, em terceiro lugar: Seja natural! Não incorpore em si aquela falsa máscara do artificialismo. Elimine a rigidez dos músculos faciais e do globo ocular, pronuncie a palavra maçã, macieira e macieiral.

3. Calma, relaxamento e auto-confiança Antes de falar ou apresentar-se em público, faça em sua casa um alongamento. Estique as mãos, braços, pernas, gire o pescoço suavemente. Respire profundamente pelo nariz, solte o gás carbônico suavemente pela boca, por duas ou três vezes. Relaxe-se!... Aperte firmemente a sua mão e diga: "Sou inteligente e sou capaz! Eu sei, quero, posso e faço"! - "A minha apresentação será um sucesso"!

Leia na íntegra http://www.portalcmc.com.br/mkt_comuni01.htm

segunda-feira, 8 de dezembro de 2008

O Ministério Público do Trabalho aciona agências de emprego que cobram salários futuros por serviços de encaminhamento a vagas.

O Ministério Público do Trabalho (MPT) no Rio de Janeiro pediu à Justiça do Trabalho que as agências de empregos Manager Assessoria em Recursos Humanos Ltda e Personal Hunter Assessoria em Recursos Humanos (RH Group) sejam proibidas de cobrar dos trabalhadores porcentagem sobre salários futuros como forma de pagamento por tê-los encaminhado a entrevistas ou vagas de emprego. As empresas podem ser condenadas em até R$ 500 mil cada por danos morais coletivos. Outras agências de emprego também têm sido alvo de investigações no âmbito do MPT.


A tese defendida na ação civil pública é inovadora, uma vez que não há legislação específica para tratar da matéria. Para os procuradores responsáveis pelas ações, Cássio Casagrande e Júnia Bonfante Raymundo, as regras do contrato de trabalho devem respeitar certas limitações como forma de preservação ao princípio constitucional da dignidade da pessoa humana.


Para Casagrande, o fato de não existir lei que regulamente a atuação das agências de emprego não significa que elas possam atuar sem qualquer parâmetro jurídico, uma vez que, em se tratando de direito do trabalho, há necessidade de se analisar a questão sob uma perspectiva de ordem pública. O autor da ação entende possível, diante da lacuna da lei, a aplicação do Direito comparado, conforme prevê o artigo 8º da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT).

Leia mais no http://www.granadeiro.adv.br/boletim-dez08/N25-051208.php

terça-feira, 2 de dezembro de 2008

Como Vestir-se no Verão

Vestir-se para trabalhar no verão é um desafio ao profissional que se preocupa com a própria imagem. Sem dúvida, a temporada de calor exige um outro tipo de roupa, mais informal e despojado, mas nem por isso menos de acordo com a habitual sobriedade do ambiente de trabalho. A informalidade e o despojamento não devem ultrapassar certos limites, que tanto cabem à consciência do profissional quanto à expectativa das empresas sobre esse assunto. A dica vale sobretudo para as mulheres, que não precisam, para ser mais despojadas, entregar-se a transparências ou a diminutos modelitos, mas apenas estar atentas à etiqueta. No mais, quanto a vestir-se para a estação, todos de uma empresa — dos estagiários aos mais graduados executivos — têm de ter a criatividade e a liberdade reguladas não apenas pelo clima ou pelo próprio prazer, mas pelo bom senso. Pelo menos, claro, no ambiente de trabalho.

Não dê férias ao aprimoramento

Publicada em 01/12/2008
Início de ano é um bom período para dar um upgrade na sua carreira com cursos
Maria Teres Marques | Fonte: Jornal da Tarde


Dezembro, janeiro e fevereiro são meses propícios para fazer um curso intensivo para aprimoramento profissional. Há várias em São Paulo que oferecem programas rápidos para esse fim.

Além dos cursos referentes à área de atuação do profissional, há outros que podem ser interessantes para qualquer função. Entre eles, estão os de idiomas, particularmente de Inglês e Espanhol.

No caso desses cursos, a gerente do Departamento Acadêmico da Cultura Inglesa, Lizika Goldcheleger, faz um alerta: ?Não espere milagres?. Isso significa dizer que cursos intensivos não ensinam a falar o idioma, ?mas servem para acelerar, para queimar etapas de um outro curso normal que já esteja sendo feito?, salienta Lizika.

Em um curso intensivo de segunda-feira à quinta-feira, por exemplo, como é usual na Cultura Inglesa, durante um mês inteiro, se tem uma carga horária equivalente a pelo menos quatro meses do curso normal, segundo Lizika

Continue lendo a matéria no
http://www.zap.com.br/empregos/dicas-materias-empregos/cursos/default.aspx?mat=7427

segunda-feira, 24 de novembro de 2008

Os blogs vieram para iluminar a sombra

Por Carlos Nepomuceno
Data de Publicação: 24 de Novembro de 2008


Há uma sabedoria e um equilíbrio entre todas as novas e velhas mídias. Os blogs mais destacados atuam bem em algum tipo de sombra, cumprindo um papel de pequena lanterna que dá luz ao todo.

Quanto mais somos no planeta, mais necessidades temos de comer, vestir, morar, consumir. Isso nos leva a necessidades de informação e comunicação para preencher esses desejos.

Mais ações são colocadas na roda do mundo e mais fatos ocorrem.

Os meios de comunicação e de informação tentam, ao longo dos séculos, dar conta desse grande universo demandante. Na incapacidade de resolver o problema de uma forma, pula para outra, criando novas camadas de inteligência.

A mídia tradicional (rádio, TV, jornais~E) era completamente ineficaz de cobrir tudo que acontecia nos quatro cantos do planeta.

Leia o artigo na íntegra
http://www.dicas-l.com.br/conhecimento_em_rede/conhecimento_em_rede_20081124.php

segunda-feira, 17 de novembro de 2008

Secretárias têm ascenção vinculada

Elas se esmeram como assessoras porque têm carreira vinculada ao sucesso do executivo
Rodrigo Pereira | Fonte: O Estado de S. Paulo

O chefe de Juliana Coutinho foi promovido quatro vezes na IBM e hoje é executivo de Serviços Financeiros para América Latina. Juliana é sua secretária e acompanhou a ascensão do chefe. “Para minha carreira isso é excelente”, comemora. É mais um exemplo de que estabelecida a confiança, a carreira da secretária fica atrelada ao chefe e os sucessos são compartilhados. Hoje ela também é secretária de outro executivo da IBM, da área de Soluções.

Cláudia Stussi é secretária do empresário Abílio Diniz e está no Grupo Pão de Açúcar desde 1991. “Era época de crise, foi tenso, mas rico em aprendizado” avalia. Ela foi galgando posições e hoje diz que quanto maior o cargo, mais participa das decisões. Cláudia conta com o apoio de Sônia Ponzini. Elas dividem os horários para que o chefe nunca fique sem uma assessoria.
Tanto Cláudia como Sônia estão há cerca de 20 anos no mercado e sentiram grande mudança na profissão. “Antigamente a secretária nem podia falar. Hoje já se tem consciência de que somos seres pensantes e temos o dever de dar sugestões”, avalia Sônia.

As duas dizem ter um ótimo relacionamento com o chefe, uma combinação que envolve confiança, compromisso, respeito e, com certos limites, amizade.

Sobre o que é primordial para uma parceria entre uma secretária e um executivo dar certo, Sônia é bem direta: “Tem que ter empatia. A secretária controla a vida do chefe. Ele tem que confiar em você”.

Homens
José Paulo Adriani é formado em direito e trabalhou como professor de língua portuguesa. Em 1998, a universidade em que se formou (Universidade São Francisco - USF) precisou de um secretário para cuidar do registro acadêmico e o requisito era ser alguém de confiança.

Questionado sobre a predominância feminina no mercado, Adriani diz que na USF eram dois secretários e duas secretárias e hoje, na Uninove, seu atual trabalho, são três homens e uma mulher na secretaria. “Dominamos o mercado”, brinca.

Na verdade, em instituições é comum a presença do secretário. Adriani, por exemplo, é responsável pelo registro acadêmico. Preside o processo seletivo, despacha pedidos dos discentes e participa do colegiado . “90% dos problemas são resolvidos por nós, secretários, sem passar pelo reitor. Atuo como um gestor”, completa.

quinta-feira, 13 de novembro de 2008

O 13º salário pode ser parcelado?

O 13º salário está regulamentado pela Lei 4.090/62 juntamente com a Lei 4.749/65, as quais dispõem que o pagamento deve ser feito em duas parcelas, sendo a primeira, equivalente a 50% do valor a que o empregado tem direito, paga até o dia 30 de novembro de cada ano e a segunda, equivalente aos 50% restantes, até o dia 20 de dezembro de cada ano.

Ainda como prevê a legislação, sobre a primeira parcela não incidirá qualquer desconto, ficando os descontos de imposto de renda, Inss e pensão alimentícia (se houver), para a segunda parcela que deve ser paga conforme prazo mencionado anteriormente.

A impossibilidade do pagamento do décimo terceiro salário em parcelas se constata, além dos aspectos apresentados a seguir, pela falta de previsão legal.

1º) Divisão do pagamento pela legislação atual

A legislação atual estabelece que o pagamento deve ser feito em duas parcelas sendo a primeira como adiantamento e a segunda como quitação. Assim, considerando que os adiantamentos fossem feitos de forma parcelada (1/12 avos a cada mês), o pagamento mensal do décimo terceiro, representaria, em novembro, o equivalente a 91,67% do salário, não sendo possível, portanto, efetuar o desconto do valor adiantado na parcela final, já que o saldo a ser pago em dezembro como segunda parcela, representaria apenas 8,33%.

Leia na íntegra: http://www.granadeiro.adv.br/boletim-nov08/N51-131108.php

quarta-feira, 12 de novembro de 2008

Chique é ser simples

Por Célia Leão

Você já reparou como é chato aquele tipo de gente que conhece um determinado assunto e, basta uma mínima chance, lá está ele, tecendo uma verdadeira tese acadêmica, sem que ninguém tenha perguntado? É duro. E, depois de um tempo, a pessoa acaba ficando com fama de espalha-roda, que chega às rodinhas e cada um vai para um lado. Nesse mesmo time, temos os viajantes exibidos, é só pintar uma brechinha e lá está a pessoa falando sobre o trânsito das cidades italianas, a cor do mar da Grécia, os belos parques londrinos ou o fascinante estilo nova-iorquino de viver e de se vestir.

Se ele pensa que isso contará pontos em sua carreira ou fará com que as pessoas o enxerguem como uma enciclopédia ambulante, está enganado. Cultura e erudição são, sem dúvida, instrumentos que podem fazer você crescer aos olhos do grupo do qual faz parte. Mas só se todo esse conhecimento mostrar seus resultados práticos em seu comportamento.

Você é culto e viajado? Muito legal, mas guarde para si

Acho louvável que o conhecimento e a cultura sejam compartilhados — quando solicitados. Não de forma gratuita e chata, como vemos. É muito indelicado subestimar a capacidade e a sensibilidade de quem convive conosco. Sinto no ar quando a intenção é a de ajudar e quando a pessoa quer mesmo é se exibir.

Da mesma forma, os quilômetros rodados ao redor do mundo e o número de passaportes que alguém tem ampliam a maneira de ver a v ida. O problema é quando se faz das viagens um instrumento de busca de status. Seja sensível: nem todos têm as mesmas possibilidades. Empresas estão, sim, à procura de profissionais com perfil internacional, de pessoas cultas e com conteúdo.

Mas, para qualquer que seja o cargo, é sempre mais adequado alguém que prime pela discrição, por uma postura sensível e um estilo simples e descomplicado de ser e de interagir. Assim, siga investindo em cultura, viaje mesmo todas as vezes em que as chances baterem à sua porta. E fique na sua, porque estrelas são bonitas, mas ficam melhor quando estão no céu.

TAMANHO DE EMPRESA É DOCUMENTO?

Trabalhar numa grande organização, de preferência, numa multinacional... Esse é o sonho de muita gente. O status que a vaga numa empresa dessas representa deixa muitos profissionais deslumbrados. Mas nem só de grandes empresas vive o mercado de trabalho. Aliás, muito pelo contrário: segundo o SEBRAE-SP, no Brasil existem 5,1 milhões de empresas, e 98% desse total é composto por micro ou pequenas. Esses negócios (formais e informais) respondem por mais de dois terços das ocupações do setor privado - um mercado gigantesco a ser explorado.

Diferente do que algumas pessoas ainda pensam, principalmente no caso de pequenas e médias empresas, a estrutura e o desempenho em números surpreendem. "O conceito hoje de pequena e média empresa mudou consideravelmente. Para se ter uma idéia, um dos clientes com que nós trabalhamos tem 300 funcionários, mas são 300 funcionários espalhados pelo mundo. A questão da tecnologia e o foco no negócio podem garantir que uma empresa, mesmo com poucos funcionários, seja global, referência em seu negócio", afirma Adriano Bravo, diretor-geral da CASE Consulting, consultoria de recrutamento especializado de executivos.

Se para ser uma empresa global não é necessário ser grande, é importante considerar também as oportunidades que surgem nas pequenas e médias. E tenha certeza: há boas oportunidades de crescimento profissional nas companhias desses portes, além de uma autonomia que costuma ajudar muito no desenvolvimento da carreira. "Nelas, o profissional tem de aprender muito rápido a tomar decisões, tem de ter uma mente resoluta, e isso é extremamente importante para o amadurecimento profissional", considera Carlos Cruz, coach executivo e conferencista em Desenvolvimento Humano.

Referência numa pequena ou número numa grande?

Os caminhos percorridos numa pequena ou média empresa são bem diferentes dos passos dados numa grande. No primeiro caso, na maioria das vezes, as coisas acontecem um pouco mais rápido - mas, claro, há exceções. Já nas grandes, com mais funcionários, os processos de crescimento e desenvolvimento de cargos acabam sendo um pouco mais lentos. "Em empresas menores, os caminhos para o profissional assumir posições de liderança se tornam mais curtos, porque normalmente a companhia tem uma estrutura de gestão bem mais simplificada e com menos níveis que, eventualmente, uma grande corporação. Muitas vezes, para assumir uma posição de liderança numa grande empresa se leva de 10 a 15 anos. Já numa empresa média ou pequena, a pessoa consegue uma posição de liderança num período de quatro a cinco anos", considera Bravo.

Outro fator que faz das médias e pequenas empresas uma boa oportunidade para o desenvolvimento é o espaço para os profissionais de níveis hierárquicos mais baixos. "As grandes empresas exigem muito dos profissionais. Já nas pequenas há mais possibilidades de entrar como recepcionista, auxiliar de escritório... Enfim, cargos mais baixos, que dão espaço para o profissional se desenvolver", afirma Cruz.

Mas esse desenvolvimento tem seu preço. Diferente do que ocorre em grandes corporações, o profissional, muitas vezes, pode se tornar um "faz-tudo" – resolver problemas que não são inerentes ao seu trabalho e passar por várias áreas. E isso tem aspectos bons e ruins: "Numa grande empresa, os cargos são muito mais bem definidos. Já nas pequenas e médias, como isso é mais aberto, existe um fator que pode ser positivo ou negativo: passar por várias áreas. Quando já se sabe o que quer e onde quer atuar, é negativo esse rodízio no trabalho. Mas quando ainda se está procurando um caminho, esse leque de oportunidades pode ser vantajoso", considera Cruz.

O que vale mais a pena?

Segundo os especialistas, é impossível dizer se é melhor ou pior trabalhar numa média ou grande empresa. Além disso, o mais correto é aceitar uma oportunidade pelo que ela representa, pelo desenvolvimento que ela pode proporcionar, e não pelo porte da empresa. "O que a pessoa tem de avaliar é a solidez do negócio e o retorno que ele vai trazer pra ela, o quanto que vai gerar em retorno de carreira no médio e longo prazo. E não o porte da empresa", aconselha Bravo.

Cruz considera também que vai depender do momento da carreira em que esse profissional se encontra e o que ele busca numa empresa. "Eu costumo dizer que o essencial é saber o que é importante pra você, o que está buscando, que tipo de vida quer ter. Há pessoas que são motivadas pelo poder, pelo status. Há outras que se realizam com as atividades que desenvolvem", diz.

Bravo alerta ainda que não há distinção em processos seletivos de profissionais por terem trabalhado em pequenas ou médias empresas – o que realmente faz diferença não é o porte da organização, e sim os resultados obtidos pelo profissional. "Nós não avaliamos mais o porte da empresa, mas sim o histórico do executivo, o resultado que ele trouxe, o investimento em carreira que ele tem, a questão de idiomas. É muito mais o pacote de realização profissional do que onde ele esteve", finaliza.

Interdependência Profissional

Wellington Moreira explica porque os relacionamentos profissionais são tão importantes no mercado de trabalho atual.

Num mundo cada vez mais globalizado e, conseqüentemente, no qual as fronteiras geográficas deixaram de ter a importância de décadas atrás, o mercado de trabalho passou a valorizar termos como "aliança", "rede", "parceria" e "networking". Vocábulos que remetem à realidade atual de interdependência e ajudam a explicar porque a crise no mercado imobiliário subprime dos EUA ou um furacão que acaba de atingir o sudoeste asiático tanto nos afetam aqui no Brasil.

Se antes havia segmentos de mercado nos quais era possível preocupar-se apenas e tão-somente com o próprio nariz, hoje é fundamental compreender que já não há profissões nas quais alguém consiga obter êxito de forma totalmente independente dos outros. Veja o exemplo do alfaiate e da costureira: ou se transformaram em estilistas/designers de moda ou sumiram do mercado. Ou ainda do motorista de caminhão que precisa criar sólidas alianças com mecânicos e oficinas de sua confiança em diversos lugares pelos quais viaja.

É por isto que podemos afirmar com segurança que os profissionais que se isolam estão fadados a também serem isolados por seus atuais ou potenciais clientes. Raciocínio que também é coerente quando se analisa os relacionamentos pessoais: se você não contacta regularmente seu melhor amigo, após um determinado período de tempo este será seu melhor ex-amigo.

Relacionamentos são mantidos graças a interações recorrentes e networks exigem, além disto, que as pessoas conquistem benefícios mútuos decorrentes desta relação. Logo, o resultado ganha-ganha é imprescindível; caso contrário, uma das partes desistirá de investir esforços na manutenção de contatos periódicos.

E isto explica porque há meses você procura agendar uma visita num cliente potencial e este alega não possuir nem mesmo cinco minutos para ouvi-lo, mesmo depois de dez tentativas infrutíferas. Simplesmente, esta pessoa não percebe os benefícios de criar (ou manter) um relacionamento profissional, ou seja, ela não vislumbra claramente quais serão os ganhos por investir seu precioso tempo numa primeira (ou nova) conversa contigo.

Entretanto, você pode mudar este quadro ao ingressar em associações de classe, freqüentar clubes de empreendedores, iniciar uma nova pós-graduação ou investir tempo num trabalho voluntário, por exemplo.

É que a partir daí você descobre que não importa quem você conhece, mas quem o conhece e aquilo de bom que você pode fazer por eles.